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Croquiseiro paranormal
Numa tarde na Praça Generoso Marques, Curitiba, este croquiseiro dará continuidade a sequência de desenhos solitários no entardecer de horário de verão, desta vez ficará de costas para o Barão do Rio Branco. Ele quer relaxar, se distanciar do dia que termina, entrar na poesia dos desenhos e habitar por alguns instantes um paraíso que…
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USK Curitiba #15 – Casinha de Madeira da Rua 21 de Abril
Desenhamos com o Urban Sketchers Curitiba uma antiga fábrica de móveis (Dalla Stella) e uma casinha de madeira – na Rua 21 de Abril, ambas pertencentes a mesma família. O antigo galpão, nos fundos, ainda guarda fragmentos de máquinas antigas. Uma pequena vila familiar com lembranças tão sutis quanto lençóis transparentes no varal – e…
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Para que serve um diário gráfico? Parte 2
Segunda parte de minha tentativa de responder a provocação do do Eduardo Salavisa (especialista e autor de vários livros sobre o tema) sobre as funções de um diário gráfico. O texto a seguir é uma tentativa pública e informal de explicar algo que ainda estou tentando entender e teria, portanto, apenas uma função exploratória quase…
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Diário de viagem #4 – Liverpool
Não gosto de futebol. Então, quando me perguntam qual time eu torço, disparo na hora: “sou Beatlemaníaco de carteirinha!”. É o mais próximo da paixão que as pessoas sentem pelo futebol que eu posso expressar. Só que tem um detalhe: meu fanatismo pelos Beatles é muito maior que a do mais roxo dos corinthianos. Ou…
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Para que serve um diário gráfico? Parte 1
Numa palestra do Eduardo Salavisa (especialista e autor de vários livros sobre o tema) se discutiu sobre as funções de um diário gráfico, entre elas a provocadora afirmação de que não serviria para “nada”. Fazer diários gráficos é um experiência recente, comecei a apenas duas viagens. A primeira em 2013 (Londres, Budapeste, Viena e Praga)…
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Peixarias da infância
Para algumas pessoas, peixaria é sinônimo de nojo e mau cheiro. Para mim traz lembranças boas – quando ia com meu vô e minha vó, ao mercado de Guaratuba. Enquanto a outra parte da família direcionava suas cadeirinhas, isopores e guarda-sóis para a praia, eu, o vô e a vó praticávamos a análise das guelras dos peixes,…
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Do pontilhismo de Seurat às aquarelas do cotidiano
Neste final de semana voltamos ao Jardim Botânico – um parque solarizado e colorido de flores. Turistas, músicos, curtidores, atletas, namorados, pais, vikings [!]. Verdadeiro desfile de estampas e objetos habituais. Bonés, bolsas, tênis, carrinhos de bebês, bolas, celulares, bicicletas, moletons. O costume parece o mesmo da época dos brothers impressionistas Seurat, Renoir, Monet, Degas…
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Impressionistas contemporâneos no Jardim Botânico (ou USK Curitiba #4)
Foto: Davi Cavalheiro Domingo na Ilha da Grande Jatte, Georges Seurat. 1884 A criação da bisnaga de tintas pelos holandeses, na época do Impressionismo, viabilizou que os artistas fossem para a rua pintar. Os desenhadores passaram a registrar o cotidiano urbano in loco. Cafés, cabarés, parques, ruas, estações. Concentraram-se na captura das diferentes atmosferas do dia,…
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Conheça os Correspondentes: Simon Taylor, de Curitiba/PR
Simon Taylor e sua filha, Alice Oi, meu nome é Simon Taylor. Apesar de muitos acharem se tratar de um pseudônimo artístico, este é meu nome verdadeiro – meus pais tiveram uma sensibilidade incrível ao perceber meu destino inevitável. Não me lembro de algum dia da minha vida em que eu não desenhasse. Mas, profissionalmente…
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Em Curitiba
Sábado 15 de novembro. Aniversário de oitenta anos de minha mãe. Fomos a Curitiba visitá-la e comemorar. Domingo de manhã fui ao Largo da Ordem, desenhar. Da escadaria de uma igreja comecei a traçar a Sociedade Garibaldi, a feira em frente estava bastante movimentada. Sentou se ao meu lado um estudante de design da Udesc, falou…
