Conheça os correspondentes: Joel Venceslau de Araraquara-SP


Joel Venceslau de Oliveira Junior, natural de Dobrada estado de São Paulo, pequena cidade localizada numa região de forte economia Agroindustrial. Iniciei o ensino fundamental em Dobrada, com término em Jaboticabal, cidade da mesma região.

Formado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade Braz Cubas em Mogi das Cruzes, em 1992, mesmo período que trabalhei em algumas empresas de Arquitetura e Construção em São Paulo. Retornando a cidade natal em 1993, onde iniciei trabalho como arquiteto autônomo prestando serviços de Arquitetura e Construção Residenciais, Comerciais e para Prefeituras da região de Matão cidade onde estabeleci escritório.
Especialização em Arquitetura de Interiores na UNIARA Universidade de Araraquara-SP e em 2011 MBA em Gerenciamento de Obras e Projetos pela Universidade Cruzeiro do Sul.
Contato com o Desenho
Ainda criança fazia meus desenhos no “Terreiro” de casa ou em qualquer caderno que aparecia pela frente, passava horas viajando com meus desenhos de Naves Espaciais e “Geringonças” voadoras. 
Aos 17 anos fui morar em São Paulo convidado por meu irmão José de Oliveira, que já era formado em Design Industrial e me apresentou o curso de arquitetura como forma de unir o gosto pelo desenho a profissão, momento em que passei a ter contato com técnicas de desenhos. Na faculdade além dos desenhos aprendi a olhar de outra forma as paisagens e os objetos.
 
Atualmente moro em Araraquara-SP, cidade de médio porte com um belo e eclético patrimônio histórico, com forte presença da Ferrovia em sua cultura, cenário interessante para exercitar o desenho. Também participo do GEART grupo local de incentivo e discussão artístico cultural.

Contato com o USk
Em 2015 em viagem à Paraty visitando o amigo e sketcher Lauro Monteiro, fui convidado para desenhar com o grupo de lá, gostei muito da atividade que resgatou a velha forma de ver a paisagem e a prática do desenho da época da faculdade. 
Ainda em 2015 participei do Encontro Internacional de Desenho de Rua de Torres Vedras, em Portugal. Nesse encontro pude avaliar como é prazeroso desenhar em grupo, que de uma forma simples e despretensiosa nos apresenta no final de cada oficina uma bela produção de desenhos, a confraternização entre os participantes e também a integração dos desenhistas com o cotidiano local, registrando de forma intensa as paisagens e os costumes.
Em minha vida profissional, tanto o olhar como a prática do desenho a mão livre se limitava aos croquis de criação e ao entendimento das necessidades do projeto, porém, com a participação nas atividades do USk, percebo que a cada desenho em loco ou em cada encontro que participo descubro mais razões gratificantes para continuar desenhando, como a prática que melhora o resultado a cada desenho, o olhar que passa a ser mais abrangente e minucioso, a sensibilidade no entendimento espacial e cultural dos locais desenhados, entre outras, que retornam como ferramentas importantes na minha vida profissional e pessoal.
Nesses tempos de fácil captação de imagens, o desenho vem de forma paciente e prazerosa nos reivindicar um momento para apreciarmos o espaço ao nosso redor.